Nota do Autor

a pergunta, é o que permite o saber activamente. Podemos falar no saber que é dado, aprendido por ver fazer, contudo, o saber que marca, emerge do acto da pergunta. Da genuina curiosidade em procurar algo mais do que aquilo que está contruido – seja heradado ou passivamente aprendido – e, com isso, conscientemente desejar expandir o nosso mapa mental.

A Filosofia é a atitude do querer saber, não como o objecto é, mas como ele se formou, porque se formou como formou. A Filosofia abre portas ao conhecer a arquitectura do objecto – seja ele material, metafisico ou em respeito a qualquer outro mundo.

Várias são as ferramentas utilizadas na atitude filosófica, tais como a Psicologia e a História. Cada um destes dois mundos, abre o cosmos para outros submundos. No fundo, temos uma grande rede de mundos a contectarem-se – de forma mais ou menos explicita – e a fazerem surgir aquilo que pode ser conhecido pelo homem.

A polished obsidian question mark sculpture standing upright on a low, concrete plinth in a minimalist room lined with tall, shadowy bookcases. The sculpture’s glossy black surface reflects thin streaks of warm, golden hour sunlight streaming through high, narrow windows, creating intricate highlights along its curves. Dust motes are faintly visible in the air, adding texture to the stillness. Photographic realism, captured from a low-angle perspective to emphasize the monumentality of the symbol, with a slightly wide lens to include blurred rows of philosophical books in the background. The mood is solemn, intellectual, and quietly dramatic, suggesting the weight and beauty of doubt.

Nuno Vilhena investe o tempo da sua existência fazendo uma cirurgia, sem anestesia, ao modus operandi do homem